© 2017 | T.E.I. - Transtorno Explosivo Intermitente

TRANSTORNO

EXPLOSIVO

INTERMITENTE

TEI

O QUE É

TEI?

É um transtorno psiquiátrico que define os indivíduos que apresentam falhas em gerenciar seus impulsos agressivos. Com isso são levados a ter comportamentos agressivos impulsivos (não premeditados) e completamente desproporcionais. Os ataques agressivos não são devidos ao uso de substâncias (ex. álcool, drogas, medicamentos) e nem devido a qualquer outra condição médica ou psicológica. 
 
Características do Transtorno Explosivo Intermitente

A explosões de raiva característica do TEI são classificadas em dois tipos: “leves” ou “severas”.
As chamadas explosões “leves” são ameaças, xingamentos, ofensas, gestos obscenos, ataque de objetos e agressões físicas sem lesão corporal. Elas precisam ocorrer com uma frequência média de 2 vezes na semana por um período mínimo de 3 meses.
As explosões mais severas são destruição de propriedade/patrimônio e ataques físicos com lesão corporal e precisam acontecer ao menos 3  episódios dentro do período de um ano.
Qualquer que seja a natureza da agressão, é comum o paciente sentir arrependimento, vergonha, culpa ou tristeza após a explosão.

ENTENDENDO

TEI!

Entenda um pouco mais sobre TEI na seguintes entrevistas da Dra. Liliana Seger na rádio:

  • Entrevista - Transtorno Explosivo Intermitente - Dra. Liliana Seger
  • -
  • Viver é Melhor
00:00 / 00:00
  • Entrevista - Acesso de Fúria - Dra. Liliana Seger
  • -
  • Rádio Transamérica Mundial
00:00 / 00:00
 
 

Critérios Internacionais


A AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION define o TEI segundo os critérios descritos abaixo:

A - A explosões de raiva característica do TEI são classificadas em dois tipos: “leves” ou “severas”. As chamadas explosões “leves” são ameaças, xingamentos, ofensas, gestos obscenos, ataque de objetos e agressões físicas sem lesão corporal. Elas precisam ocorrer com uma frequência média de 2 vezes na semana por um período mínimo de 3 meses.
As explosões mais severas são destruição de propriedade/patrimônio e ataques físicos com lesão corporal e precisam acontecer ao menos 3 episódios dentro do período de um ano.

B- A magnitude de agressividade expressa durante as explosões recorrentes é grosseiramente desproporcional em relação à provocação ou a quaisquer estressores psicossociais precipitantes. 

C. As explosões de agressividade recorrente não são premeditadas (ou seja, são impulsivas e / ou decorrentes de raiva) e não têm por finalidade atingir algum objetivo tangível (por exemplo, dinheiro, poder, intimidação). 


 

D. As explosões de agressividade recorrentes causam sofrimento acentuado ao indivíduo ou prejuízo no funcionamento profissional ou interpessoal ou estão associadas a consequências financeiras ou legais.

E. A idade cronológica é de pelo menos 6 anos (ou nível de desenvolvimento equivalente). 

F. Os ataques agressivos não são devidos ao uso de substâncias (ex. álcool, drogas, medicamentos) e nem devido a qualquer outra condição psicológica (ex. transtorno depressivo maior, transtorno bipolar, transtorno psicótico, transtorno de personalidade antissocial, transtorno de personalidade borderline) ou médica (ex. traumatismo craniano, doença de Alzheimer).

tei no mundo

tratamento

O TEI é um transtorno relativamente novo, profissionais da saúde tem feito estudos no sentido de conhecer melhor a doença e aprimorar o tratamento.

Experiências demonstram que a forma mais eficaz de tratamento é a combinação de medicação e psicoterapia, portanto psiquiatra e psicólogo trabalham juntos permitindo ao paciente lidar de forma mais assertiva com a agressividade, reduzindo a frequência dos episódios e diminuindo os prejuízos gerados por estes.

Alguns estudos mostram a eficácia da TCC associada a técnicas de relaxamento e ao uso de medicamentos, porém como se trata de comportamentos impulsivos ligados a diversas esferas (biológica, psicológica e social) pode-se definir essa meta como uma diminuição dos sintomas ou uma melhora a tal ponto que apenas um ou dois sintomas de intensidade leve persistam.

O tratamento psiquiátrico normalmente inclui antidepressivos e o tratamento psicológico mais eficaz está relacionado ao desenvolvido nos moldes da terapia cognitivo comportamental, associado a técnicas de relaxamento. Importante lembrar que a medicação pode gerar resultados diferentes em organismos diferentes, portanto todo tratamento deve ter a indicação e o acompanhamento de um medico psiquiatra. 

 
 
 

profissionais

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Dra. Liliana
Seger

 

Graduação em Psicologia. Doutorado em Psicologia pelo Instituto de Psicologia da USP. Mestrado em Psicologia pelo Instituto de Psicologia da USP. Especialista em Psicologia Clinica e Psicologia Hospitalar pelo Conselho Regional de Psicologia de São Paulo. Especialista em Terapias Cognitivas pela FBTC. Coordenadora do Programa para o Transtorno Explosivo Intermitente do Programa do Ambulatório dos Transtornos do Impulso (PRO-AMITI) do IPq -FMUSP.  Autora de inúmeros livros na área da Psicologia. Atua em Clínica a 37 anos.

Juliana
Morillo

Graduação em Psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Terapeuta cognitiva certificada pela FBTC. Especialista em terapia comportamental e cognitiva (USP) e terapia cognitiva-comportamental (CTC Veda e DGERT). Especialista em terapia familiar e de casal  (PUC-SP). Certificada em terapia racional emotiva comportamental (Albert Ellis Institute). Formação em terapia do esquema (Wainer). Certificação em terapia cognitiva processual (Irismar de Oliveira). Aprimoramento em Transtornos do Controle do Impulso (PRO-AMITI) do IPq-FMUSP. Colaboradora do Programa para o Transtorno Explosivo Intermitente do Programa do Ambulatório dos Transtornos do Impulso (PRO-AMITI) do IPq –FMUSP.

CRP/06: 15158

CRP/06: 58897

Carolina F. S.
Bernardo

 

Graduação em Psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Sócia-fundadora, professora e supervisora clínica do Centro de Terapia Cognitiva Veda.  Especialista  em Terapia Cognitiva pelo CTC Veda e pelo DEGERT. Certificada pelo Beck Institute for Cognitive Behavior Therapy em Estresse pós-traumático e também em Ensino e Supervisão em Terapia Cognitiva e pelo Albert Ellis Institute em Terapia Racional Emotiva . Especialista em Psicologia Jurídica pelo Conselho Federal de Psicologia e Prática Pericial pelo Instituto de Psiquiatria da FMUSP,  Curso em Transtornos do Controle do Impulso do Ambulatório de Transtornos do Controle do Impulso da FMUSP. Formação em Terapia Cognitiva com Crianças e Adolescentes (CTC Veda). Colaboradora do Programa para o Transtorno Explosivo Intermitente do Programa do Ambulatório dos Transtornos do Impulso (PRO-AMITI) do IPq –FMUSP.

CRP/06:  98154

STEPHANIE RIGOBELLO

 

Graduação em Psicologia. Especialista em psicodiagnóstico. Aprimoramento em Transtornos do Controle do Impulso (PRO-AMITI) do IPq-FMUSP. Colaboradora do Programa para o Transtorno Explosivo Intermitente do Programa do Ambulatório dos Transtornos do Impulso (PRO-AMITI) do IPq –FMUSP.

CRP/06: 103291

dr. rafael natel freire

CRM-SP: 154213

Graduação em Medicina pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Residência Médica em Psiquiatria pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Psiquiatra Clínico e Forense Titulado e Certificado pela Associação Brasileira de Psiquiatria. Aprimoramento em Transtornos do Controle do Impulso (PRO-AMITI) do IPq-FMUSP. Colaborador do Programa pra o Transtorno Explosivo Intermitente do Programa do Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso (PRO-AMITI), e do Núcleo de Estudos e Pesquisa em Psiquiatria Forense e Psicologia Jurídica (NUFOR), ambos do IPq-FMUSP.

CRP/06: 102680

Deisy Emerich-Geraldo

Psicóloga, graduada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Mestre e Doutora em Psicologia Clínica pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP). Aprimoramento em Transtornos do Controle do Impulso (PRO-AMITI) do IPq-FMUSP. Atua como psicóloga clínica em consultório particular. Docente desde 2015 em cursos de graduação e pós-graduação. É parecerista de diversos periódicos científicos nas áreas de Psicologia e Interdisciplinar.  Pesquisadora do Programa para o Transtorno Explosivo Intermitente do Programa do Ambulatório dos Transtornos do Impulso (PRO-AMITI) do IPq-HC-FMUSP.